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Enquanto a Cura da Aids Não Vem, Overdoses de Amor e Solidariedade.

Bananas a parte, vamos ao que interessa.  A síndrome da imunodeficiência adquirida é uma doença sexualmente transmissível. Existem outros formas de contagio, porém, a via sexual é a que mais dissemina o vírus entre homens e mulheres. Então vamos deixar as crendices e acreditar na ciência que dia após dia desvenda os enigmas do HIV.

Os cientistas já sabem que os antirretrovirais estão cada vez mais potentes e são capazes de inibir a proliferação do vírus que ataca as células de defesa do organismo humano, mas não são capazes de elimina ­­– ló. O que faz com que o paciente de Aids tenha que tomar o coquetel pro resto da vida.

Os cientistas estão empenhados em10583878_722634707790219_1357070291243455728_n descobrir formulas que possam eliminar o vírus em seu estado de latência, ou seja, quando ele fica “adormecido”, mas basta o paciente parar com a adesão ao medicamento que o vírus volta, e volta mais agressivo.

Na Associação Irmãos da Solidariedade (Casa de Apoio ao portador do HIV/Aids) a esperança é grande. Muitos esperam alcançar a cura, outros acreditam que a vacina vai beneficiar o publico que ainda não se infectou com o vírus HIV. Por outro lado, os pacientes reconhecem a importância dos medicamentos que a cada dia oferecem menos efeitos colaterais, e melhor qualidade e vida.

A presidente da Associação Irmãos da Solidariedade, Fátima Castro espera com cautela a tão aguardada vacina, e diz: Enquanto a cura da Aids não vem, por favor, vamos tomar overdoses de amor, solidariedade e compaixão para quem se encontra com o vírus HIV, e de quebra, vamos eliminar o maldito preconceito.